29 de mai de 2011

Rio

07/03/2011
Saindo do café armazém.

No caminho do arpoador vimos vários surfistas, deslizando nas ondas, como bailarinas. As ondas eram perfeitas e formavam círculos que explodiam. O mar fazia um som que arrastava. Tinha um surfista que pegava todas as ondas. Ele era bom, era unico, sem roupa de surfar, só estava de Bermuda desprendido. Ficamos horas sentadas num banquinho de Madeira em frente ao arpoador. Uma luz fria de sol, o dia nublado, mas uma vista Linda. Andamos pela areia com um guarda chuva quadriculado, ela parecia uma criança. Mergulhava em todas as ondas, era puxada.
Caminhando ate o metro encontramos o bar da rosa, que tanto procuramos, na verdade era o sindicato do arpoador.
Duas batidas e maracujá e partimos para a Lapa.

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